sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bacterias na sala de Aula

Micro-organismos na sala de Aula

Os microrganismos são seres vivos muito pequenos que não conseguimos visualizar a olho nu, para enxergá-los precisamos utilizar equipamentos específicos como microscópio e lupa (microscópio estetoscópio).
Estes seres vivos encontram-se distribuídos em praticamente todos os lugares da natureza, no ar, na água e no solo podem ser encontrados em ambientes onde existe grande quantidade de alimentos (matéria orgânica e inorgânica), umidade e temperatura apropriada para que possam crescer e se reproduzir.

Sendo assim, os alunos de uma escola estavam realizando várias atividades experimentais sobre microrganismos no Laboratório de Ciências como: investigação com placas de petri onde os mesmos detectaram a presença de microrganismos em diferentes ambientes da escola, micro biota das mãos, lâmina da placa dentária, nesta os alunos visualizaram as bactérias com o auxílio do microscópio óptico e lâmina do iogurte, com a finalidade de identificar a presença de bactérias no iogurte e para finalizar a produção do mesmo.
Com o desenvolvimento destas aulas práticas os alunos puderam observar que o conhecimento e a identificação desses microrganismos, são de fundamental importância, pois estes estão presentes no nosso cotidiano, sejam eles úteis ou prejudiciais.

Civilizações Antigas Orientais

As civilizações do Oriente
 
As mais antigas civilizações humanas tiveram origem no oriente, surgem com o sedentarismo humano, com a organização social dos grupos cada vez maiores e mais complexos e também da necessidade de administrar os excedentes da produção agrícola. Algumas civilizações se destacam como: Egípcios, Babilônios, Hebreus, Fenícios e Persas.
Os rios pela sua importância econômica são o centro dessas civilizações antigas, aponto dessas civilizações serem associadas aos respectivos rios: Egito – Rio Nilo; Mesopotâmia – Rio Tigre e Eufrates; Hebreus – Rio Jordão, entre outros.
Nesse ponto da história humana surge o arcabouço da civilização contemporânea, nos inventos simples como a roda, ou sofisticados como a escrita o homem sai da primitividade.
  As principais civilizações:
 são a suméria, a acadiana, a babilônica, a assíria, a egípcia, a hebraica, a fenícia, a hitita, a persa, a chinesa e a hindu. Apesar de estar no Ocidente, os cretenses têm características comuns aos outros povos da Antiguidade oriental.
  POVOS DA MESOPOTÂMIA –Localizada na faixa de terra entre os rios Tigre e Eufrates, atual Iraque, a Mesopotâmia sempre esteve exposta a infiltrações estrangeiras, invasões e diversas dominações. O sul, de solo mais fértil, é habitado pelos sumérios, enquanto o centro e o norte, de solo mais árido, são ocupados por povos nômades, como os acadianos, os babilônicos e os assírios.
  Acadianos –Originam-se de tribos semitas que habitam o norte da Mesopotâmia a partir de 2400 a.C. Sob o reinado de Sargão, conquistam e unificam as cidades-estados sumérias, inaugurando o I Império Mesopotâmico. Formam os Estados de Isin e Larsa. O Império desmorona-se em 2180 a.C., após as invasões dos gutis, povos asiáticos das montanhas da Armênia. O Estado é centralizado e tem no rei seu chefe supremo. De religião politeísta, constroem monumentais palácios ao lado dos templos sumérios. Avançam na arte militar, com tropas de grande mobilidade no deserto e armamentos leves, como o venábulo (lança). Dão forma silábica à escrita cuneiforme e transcrevem obras literárias sumérias.
  Babilônicos –Por volta de 2000 a.C., amoritas do deserto invadem as cidades-estados sumerianas e acadianas e fundam a cidade da Babilônia. Sob o reinado de Hamurabi (? -1750 a.C.), entre 1792 a.C. e 1750 a.C., a Mesopotâmia é mais uma vez unificada e inicia-se o I Império Babilônico, que vai da Suméria até o golfo Pérsico. Em 1513 a.C., os hititas destroem a capital e põem fim ao Império. De 614 a.C. a 539 a.C., sob a liderança do rei Nabucodonosor II (630 a.C.-561 a.C.), ocorre o II Império Babilônico. No final desse período, a Babilônia é incorporada ao Império Persa pelo rei Ciro II (590/580 a.C.-529 a.C.).
  Os babilônicos organizam um Estado centralizado e despótico. Seguem o Código de Hamurabi, o mais antigo código penal da história. O progresso econômico leva ao embelezamento das cidades, com a construção de palácios, templos, da Torre de Babel e dos Jardins Suspensos da Babilônia - considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Transcrevem obras literárias mesopotâmicas para o acadiano e instituem impostos em benefício de construções públicas. Criam a astrologia e a astronomia e aperfeiçoam a matemática com a invenção do círculo de 360 graus e a hora de 60 minutos. São politeístas e divinizam o rei.
  Assírios –Resultam da mestiçagem entre as tribos de semitas da Samaria (região da Palestina) e os povos do norte do rio Tigre. O Império Assírio novo (883 a.C. - 612 a.C.), que se estende da Pérsia (atual Irã) até a cidade egípcia de Tebas, atinge seu apogeu sob o reinado de Sargão II. As principais cidades-estados são Assur e Nínive.
  Formam o primeiro Exército organizado e o mais poderoso até então. Desenvolvem armas de ferro e carros de combate puxados a cavalo. Impõem práticas cruéis aos vencidos, como a mutilação. Os guerreiros e sacerdotes desfrutam grandes privilégios: não pagam tributos e são grandes proprietários de terra. A população, formada por camponeses e artesãos, é sujeita ao serviço forçado na construção de imensos palácios e estradas e ainda paga altos tributos. Os assírios implantam a horticultura e aperfeiçoam o arado. São politeístas e possuem um deus supremo, Assur.
  EGÍPCIOS –No Período Neolítico, tribos nômades indo-européias instalam-se na região do vale do rio Nilo, onde constroem cidades-estados, como Tebas, Memphis e Tânis. Estabelecem um Estado unificado por volta de 3200 a.C. e introduzem uma Monarquia centralizada no faraó, soberano hereditário, absoluto e considerado a encarnação divina. As cidades-estados são transformadas em nomos, divisões administrativas da Monarquia governadas por nomarcas. Até 2700 a.C., o Egito mantém-se relativamente isolado. Por volta de 2000 a.C. dá os primeiros passos para romper esse isolamento. Realiza incursões contra os beduínos do Sinai e conquista suas minas de cobre e pedras preciosas. A invasão dos hicsos, de origem caucasiana, interrompe essa expansão. O Egito expulsa os hicsos em 1600 a.C. e, em seguida, conquista Síria, Palestina, Mesopotâmia, Chipre, Creta e ilhas do mar Egeu. Em 332 a.C. passa a integrar o Império Macedônico e, a partir de 30 a.C., o Império Romano.
  A agricultura e o comércio de produtos naturais são a base da economia. Desenvolvem técnicas de irrigação e construção de barcos. Com a unificação, a propriedade da terra passa dos clãs ao faraó, aos nobres e aos sacerdotes. Os membros dos clãs são transformados em servos, que trabalham nas minas, na construção de palácios, templos e monumentais pirâmides de pedra (túmulos dos faraós). Os egípcios empregam a técnica de mumificação de corpos, fazem o primeiro calendário lunar e destacam-se na astronomia, na engenharia e nas artes. Lançam os fundamentos da geometria e do cálculo e criam a escrita hieroglífica (com ideogramas). Politeístas, cultuam o deus Sol e representam as divindades com formas humanas.
  HEBREUS –Povo nômade de origem semita que recebe posteriormente a denominação de judeu. Em 2000 a.C., sob a liderança do patriarca Abraão, os pastores hebreus migram para a cidade de Canaã, na Palestina. Em 1800 a.C., chefiados por Jacó, apelidado Israel (neto de Abraão), percorrem a Mesopotâmia até chegar ao Egito, em 1700 a.C., onde são escravizados. Entre 1220 a.C. e 1180 a.C., voltam a Canaã em busca de um território guiados pelo patriarca Moisés, no episódio bíblico conhecido como Êxodo. De 1200 a.C. a 1010 a.C., as 12 tribos organizam-se numa confederação político-religiosa para defender seus santuários. A partir de 1010 a.C., o reino unificado expande-se, dominando todas as cidades-estados da Cananéia. Em 926 a.C., divide-se nos reinos de Judá, ao sul (capital em Jerusalém), e de Israel, ao norte, que voltam a se unir em 852 a.C. Em 586 a.C. são incorporados ao Império Babilônico e deportados para a Babilônia: inicia-se a diáspora judaica, a dispersão dos judeus pelo mundo. Em 538 a.C. são incorporados ao Império Persa e, em 63 a.C., ao Império Romano. Os judeus recusam-se a cultuar o imperador romano, Jerusalém é destruída e, no ano 70, inicia-se a segunda diáspora.
  Praticam a agricultura, o pastoreio, o artesanato e o comércio. Têm por base social o trabalho de escravos e servos. As tribos são dirigidas de forma absoluta pelos chefes de família (patriarcas), que acumulam as funções de sacerdote, juiz e chefe militar. Com a unificação destas, a partir de 1010 a.C., elegem juízes para vigiar o cumprimento do culto e da lei. A partir de então unem-se em torno do rei. Produzem uma literatura dispersa, mas importante, contida em parte na Bíblia e no Talmude. Criam a primeira religião monoteísta da história, o judaísmo, baseada nos Dez Mandamentos revelados a Moisés no monte Sinai.
  FENÍCIOS –Povo de origem semita da costa setentrional do mar Vermelho (atual Líbano). Por volta do ano 1000 a.C., cidades-estados instauram a Fenícia como federação, sob a hegemonia de Tiro. Colonizam o sul da península Itálica, parte da Sicília, litoral sul da península Ibérica e norte da África, onde fundam Cartago em 814 a.C. A partir de 800 a.C., a Fenícia faz parte, sucessivamente, do Império Babilônico, do Império Persa e do Império Macedônico. Com a queda de Tiro, em 332 a.C., a hegemonia passa para Cartago, que enfrenta os romanos nas Guerras Púnicas. Cartago é derrotada em 146 a.C.
  A principal atividade econômica é o comércio marítimo. Realizam um grande intercâmbio com as cidades gregas e egípcias e as tribos litorâneas da África e da Península Ibérica, no Mediterrâneo. Possuem uma poderosa classe de comerciantes ricos e utilizam o trabalho escravo. A base da organização política são os clãs familiares, detentores da riqueza e do poder militar. Cada cidade-estado é governada por um rei, indicado pelas famílias mais poderosas. Criam técnicas de navegação e de fabricação de barco, vidro, tecido e artesanato metalúrgico. Criam um alfabeto, posteriormente adotado com modificações pelos gregos e a partir do qual é criado o alfabeto latino. Sua religião é politeísta, com cultos e sacrifícios humanos.
  PERSAS –Os persas, tribos nômades aparentadas dos escitas, do Cáucaso, deslocam-se para o planalto do Irã, mesclando-se aos povos locais (medos). Por volta de 700 a.C., cidades-estados como Pasárgada e Persépolis vivem sob hegemonia meda. Em 539 a.C., os persas derrotam os medos e, sob a liderança de Ciro II, iniciam o Império Persa. Ciro submete as sociedades da Mesopotâmia, consolida a hegemonia na Pérsia, conquista a Babilônia, o reino da Lídia e as colônias gregas da Ásia Menor. A partir de 522 a.C., durante o reinado de Dario, o Grande (558 a.C.?-486 a.C.), o Império estende-se para Trácia, Macedônia e parte da Índia. Sem conseguir administrar rebeliões no vasto território, Xerxes (519 a.C.-465 a.C.), que sucede Dario em 486 a.C., entra em conflito com as cidades gregas. As Guerras Médicas (492 a.C.-448 a.C.) acabam com vitória dos gregos. Em 331 a.C., os persas são submetidos ao Império Macedônico.
  Praticam a agricultura, a pecuária, o artesanato, a metalurgia e a mineração de metais e pedras preciosas. Realizam intensos intercâmbios comerciais, constroem estradas de pedra e canais para facilitar o transporte, as trocas e o correio a cavalo. Implantam uma economia monetária, adotam uma economia monetária e um sistema de pesos e medidas e instituem impostos fixos. No topo da estrutura social está a nobreza territorial, militar e burocrática e, na base, servos e escravos. Em 539 a.C., com Ciro II, passam a viver sob Monarquia absoluta. Criam uma literatura diversificada, particularmente a religiosa. Seguem os ensinamentos do profeta Zaratustra (ou Zoroastro), que realiza importante reforma religiosa no século VI a.C. A religião persa é dualista: os deuses são Ahura-Mazda, o bem, e Arimã, o mal.
  CHINESES –Desde a Pré-História, diferentes povos ocupam a China. O primeiro reino dinástico surge por volta de 2000 a.C. Durante quase 2 mil anos, sucedem-se disputas internas pelo poder. A primeira unificação ocorre em 221 a.C., com a dinastia Chin, substituída pela dinastia Han em 206 a.C. Expandem-se pela Ásia Central e Sudeste Asiático e, no século I, ampliam seu domínio até o golfo Pérsico. Desenvolvem a agricultura, a metalurgia de cobre e bronze e, a partir de 700 a.C., o comércio e a fabricação de seda, tecidos e artesanato de cerâmica. Entre os séculos I a.C. e III, introduzem novas técnicas agrícolas, como a rotação de culturas e a adubação. Inventam o papel, a bússola e sistemas monetário e de pesos e medidas.
  A sociedade evolui da forma comunal de propriedade para a posse territorial pela nobreza. Os camponeses tornam-se servos, pagando obrigações aos senhores territoriais. As dinastias são monárquicas. As funções administrativas e sacerdotais cabem ao imperador. Possuem uma escrita com ideogramas e literatura rica, na qual se destacam Kung-tsé (Confúcio), Lao-tsé e Mo-ti. São politeístas, cultuam a natureza e os antepassados. No século VI a.C., os ensinamentos de Lao-tsé transformam-se em religião, o taoísmo. O budismo é difundido a partir do século I a.C.